Essas ruas já viram muito.
Subir a lomba escorregando no sapato de plástico
Descer na ansiedade do encontro
Caminhadas, reflexões, mão no bolso
O cão na praça, correndo solto
O pranto e o riso
As mudanças no meio do caminho
As gerações sendo trocadas
Ruas sigilosas, acolhedoras
Daqui elas não saem, como a velha caixa d’água
Elas viram muito, eu quase não vi nada.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
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b.
ResponderExcluirli teu blog... li todo teu blog.
gostei do que vi escrito e assim continuo a te entender...
no mais, o resto eu vou falar só ao pé do teu ouvido.